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A aferição confiável

A aferição confiável

A única

“Porque, embora em nada me sinto culpado, nem por isso me considero justificado; pois, quem me julga é o Senhor.” I Cor 4;4 

Inevitável lembrar do “missionário” aquele, que aconselha: “Só faça se sentires no coração.” Dando aos sentimentos o peso de supervisores da verdade, aferidores morais.  

Paulo não era assim tão ingênuo; “… em nada me sinto culpado, nem por isso me considero justificado…”  ora, os sentimentos são reflexos da alma humana; se ela for doentia, esses, necessariamente, serão também. O aspecto carnal da nossa natureza é doentio; precisa ser “crucificado” em suas inclinações, pois, essas são opostas a Deus. “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem pode ser;” Rom 8;7 

Jeremias também desaconselhara aos mais profundos anseios dos corações; “Enganoso é o coração, mais que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?” Jr 17;9 

Por isso, nosso aferidor deve ser o conhecimento da verdade, segundo, revelada por Jesus Cristo, a despeito dos nossos sentimentos, e alheios, até; “Dizia, pois, Jesus aos judeus que Nele creram: Se vós permanecerdes na Minha palavra, verdadeiramente sois Meus discípulos; conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Jo 8;31 e 32 

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