A arte do silêncio
Quando falta luz
“Lembra-te agora qual é o inocente que jamais pereceu? Onde foram os sinceros destruídos?” Jó 4:7
Elifaz, um dos “amigos” de Jó, sugerindo que, se ele fosse inocente e sincero, não estaria passando por aquilo. A compreensão humana é mui limitada, mesmo para as coisas da terra; o que dizer das dos Céus?
O Salvador colocou essa questão a Nicodemos; “Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?” Jo 3:12
Sobre Jó, uma peleja eterna, entre o inimigo e o Criador estava em curso, sendo a fidelidade dele, o motivo da disputa.
Elifaz chegou a dizer-lhe: “Quando eras tu o conselheiro, deitavas e rolavas; agora é tua vez de ouvir;” como se tivesse algo a dizer. “As tuas palavras firmaram os que tropeçavam, os joelhos desfalecentes tens fortalecido. Mas agora, que se trata de ti, te enfadas; tocando a ti, te perturbas.” Vs 4 e 5
Nos provérbios encontramos: “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita ao seu tempo.” Prov 25:11
A palavra certa, subentende-se; as de Elifaz eram erradas, no tempo errado. Maçãs bichadas em bandejas de lata.
Não precisamos entender tudo; ter a sentença para cada momento. Se, pudermos entender quando é melhor calar, não sendo medicinais, ao menos, não seremos molestos.
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