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A avareza

Apego doentio

“Honra ao Senhor com os teus bens, com a primeira parte de todos os teus ganhos;” Prov 3:9 

Um dos assuntos mais controversos da atualidade é a questão dos dízimos. Por dois motivos: Uma súcia de mercenários enriquece indignamente, explorando isso; e, amor ao dinheiro, dos que procuram razões “teológicas” para não dizimar. Ambos errados. 

Cheio está por aí de maus exemplos, não apenas atinentes às finanças. Há ministérios “inclusivos”, pastores em motéis adulterando, outro, com a própria nora etc. É grande o rol, vergonhosamente. 

Porém, quem usa essas coisas todas como justificativas para ignorar as demandas da Palavra, prefere se lavar com lama invés de o fazer, com Água da Vida. 

Dízimo começou com Abraão, séculos antes de Moisés. O que foi abolido foram os sacrifícios de animais, a guarda do sábado; exclusiva aos judeus. Os princípios espirituais foram elevados por Cristo. Não apenas não adulterar; nem cobiçar; mais que, não matar; nem maldizer etc. 

O dízimo é uma questão de honrar a Deus. Envolve fé e obediência. Quem renuncia uma fração do salário, que, acredita necessitar futuramente, demonstra priorizar à Obra de Deus, e confiar na providência Dele.  

O desapego também tem um quê de culto. “Porque qual será a esperança do hipócrita, havendo sido avaro, quando Deus arrancar sua alma?” Jó 27:8 

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