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A beleza da integridade

A beleza da integridade

Mas, as coisas estão feias

“Recebei-nos em vossos corações; a ninguém fizemos injustiça, a ninguém corrompemos, a ninguém exploramos.” II Cor 7;2 

Nesses tempos soturnos, do pós-jornalismo, onde fatos acabam soterrados no lixão dos interesses venais, qualquer um pode dizer o que quiser; sempre terá um “jornalista” lacaio para validar, “virtudes”, passar panos para vícios. 

Poder dizer com verdade, “… a ninguém fizemos injustiça, a ninguém corrompemos, a ninguém exploramos.” como disse Paulo, isso é atestado de integridade. 

Como são raros, quanto são preciosos, homens assim! 

Quando resignou seu cargo Samuel também requereu seu “nada deve.” “Eis-me aqui! testificai contra mim perante o Senhor, e Seu ungido. De quem tomei o boi? Ou, o jumento? a quem defraudei? a quem tenho oprimido? da mão de quem tenho recebido peita para encobrir com ela meus olhos? Eu vos restituirei. Responderam: Em nada nos defraudaste, nem nos oprimiste, nem tomaste coisa alguma da mão de ninguém.” I Sam 12;3 e 4 

Hoje, qualquer lixo moral recebe comendas, homenagens pela “honestidade”, pois, há outro como ele, em lugares altos. Diante do Senhor, tudo será exposto. Cada um será colocado na devida prateleira… ou, nas masmorras eternas. 

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