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A Boa Nova

A Boa Nova

As cercas necessárias

“… Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas…” Fp 3:1 

Se, nas criações artísticas o alvo costuma ser a originalidade, nas questões espirituais, a perseverança é mais relevante, que, qualquer “descoberta”. 

O “outro Evangelho” que alguns judaístas apresentaram entre os gálatas, incomodou. “O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro Evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” Gl 1:7 e 8 

Evangelho significa, “boa nova”, entretanto, é sempre a mesma; “Isto é; Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando seus pecados…” II Cor 5:19 

Assim, a informação é nova para quem a desconhece; uma vez inteirado deixa de ser; precisa aprender para edificação; andar conforme, para santificação.  

Quando ouvimos acerca das mesmas coisas, somo despertos de eventual sonolência espiritual. 

“Novidades” no quesito, doutrina, para quem já aprendeu o básico, devem ser rechaçadas, como tentativas de infiltração da oposição.  

Um terreno sem cercas pode se tornar depósito de lixo; assim, uma vida que não se restringe aos limites ensinados pela Palavra. “Nada acrescentes às Suas Palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso.” Prov 30:6 

A Boa Nova, sim; mas, sem “novidades.” 

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