A bondade Divina
A conversão de Paulo
“Esteve três dias sem ver, não comeu nem bebeu.” Atos 9;9
Depois do traumático encontro com Jesus, Saulo fechou para balanço. Setenta e duas horas de jejum total, privado dos olhos; tempo suficiente para rever conceitos, repensar atitudes.
Conhecedor do Velho Testamento como era, deve ter mentalmente “relido” as passagens atinentes ao Messias. Constatando, assim, que Jesus Cristo se encaixava plenamente nas Escrituras que ele afirmava crer; relembrados males que, fizera aos cristãos, incluindo a morte de Estêvão, por certo, aqueles três dias foram longos.
Contraproducente, nociva, uma certeza zelosa, de quem labuta em erro. A “certeza” não permite recuar; o zelo, empresta urgência, à “justiça”.
Saber que tudo aquilo fora um erro, deve ter lhe “virado o fio”; convertido a Cristo, nenhum obstáculo o reteve.
Sua ousadia, uma vez iluminado, reverteu em defesa da fé. Invés de se queixar das dores, tratou-as como pequenas; “Porque nossa leve e momentânea tribulação produz para nós, um eterno peso de glória;” II Cor 4;17
Aqueles três dias foram seu santo casulo; onde desenvolveu asas, que o fizeram voar até nossos dias.
Eventualmente a bondade Divina sonega um palmo de terra, aos que anela entregar a vastidão dos Céus.
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