A cobertura espiritual
Os pecados alheios
“Agora, ó sacerdotes, este mandamento é para vós. Se não ouvirdes e não propuserdes, no vosso coração, dar honra ao Meu Nome, diz O Senhor dos Exércitos, enviarei maldição contra vós; amaldiçoarei vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o coração.” Ml 2:1,2
A ideia da “cobertura espiritual” está em voga. Quem pertence a determinado ministério, estaria sob a tutela espiritual do líder. Isso é bíblico? Em parte.
Nunca esqueçamos que bênçãos ou maldições, embora comecem em nós, apenas Deus confirmando-as terão valor. No caso acima, os sacerdotes desagradavam ao Eterno de tal forma, que Ele converteria em maldições, às bênçãos deles. Quem gostaria de estar sob uma “cobertura” assim?
Paulo aconselhou a Timóteo: “A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva a ti mesmo puro.” I Tim 5:22
Se, impor as mãos em oração, fosse algo ineficaz, esse conselho perderia o sentido.
Há duas situações; uma, quando oramos por um necessitado demandando uma bênção; nesse caso, nos identificamos com suas necessidades; outra, quando oramos recomendando alguém ao ministério; nesse caso, nos identificamos com o caráter de quem recomendamos nos fazendo fiadores.
Se o fizermos sobre alguém indigno, seremos cúmplices dos seus erros; então, a advertência: “… não participe dos pecados alheios.”
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