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A conversão

A conversão

Requer verdade

“… se vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos Céus.” Mat 5:20 

Tais, eram expoentes da vida religiosa dos hebreus. Deveriam, pelos “cavacos do ofício” ser referenciais de santidade, devoção e justiça. Entretanto, O Salvador colocou seus exemplos como insuficientes. Deveriam ser ultrapassados, por quem anelasse entrar no Reino dos Céus. 

Quando, quem deveria ser um expoente positivo, se mostra negativo, que precisa ser superado, fracassou vergonhosamente naquilo a que se propôs. 

Confundir religiosidade com relacionamento, grassa até hoje; precisamente no que, os líderes religiosos de então, erraram. 

A sabedoria legada aos que creem e obedecem, não os coloca em oposição com a Divina vontade; antes alinha-os a ela. “Falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; a qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da Glória.” I Cor 2:7 e 8 

O servo idôneo, não é alguém que precisa ser superado; invés disso, um que pode ser imitado. “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.” I Cor 11:1 

Conversão traz capacidade de ver melhor aos próprios erros. Sigamos segundo essa luz. “Se andarmos na luz… o Sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” I Jo 1:7 

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