A escolha de Deus
As almas humildes
“… não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos. nem muitos nobres que são chamados. Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo, para confundir às fortes” I Cor 1;26 e 27
Essa “escolha” não é individual; fala genericamente de um tipo de pessoas que responde favoravelmente ao convite do Evangelho.
Pelo seu método simples, tendem os “nobres” a manter distância, pelas “más companhias” que teriam, crendo.
“Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela Sua sabedoria não O conheceu, aprouve a Ele salvar pela loucura da pregação os que creem.” v 21
Da “voz do clama no deserto”, seria o anúncio. Os vales exaltados, montes, abatidos. As separações sociais de nada valeriam, para efeito de salvação; todos no mesmo nível.
“Nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, loucura para os gregos. V 23
Embora a mensagem seja a mesma, não reagem todos da mesma maneira, uns se sentem lúcidos demais para ela; outros escandalizados, mas os pequenos, se sentem chamados. “Para os que são chamados, tanto judeus quanto gregos, Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.” v 24
Como um professor corrigindo uma prova, Deus “escolhe” as respostas certas.
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