A excelência da luz
O valor da correção
“O que ama a correção ama o conhecimento; mas o que aborrece a repreensão é insensato.’ prov 12;1
A ideia de correção está associada à repreensão, como no texto em destaque. Entretanto, abarca muito mais que isso.
Traz de volta ao bom siso, aquele que se desviou do modo correto, de ser, pensar, falar. Nem sempre algo está incorreto por rebeldia, obstinação ou objeções assim; eventualmente, o motivo pode ser, falta de luz, insipiência.
Nesse caso, quando alguém nos corrige, nos ensina. Por isso, o que ama a correção, ama o conhecimento.
Tal, invés de nos puxar a orelha, acende-nos um lampião. Logo, quando o que a detesta é aquilatado como insensato, refere-se ao que não sabe, tampouco, quer saber.
Sempre que andamos em determinada direção que julgamos correta, e alguém nos “decepciona” fazendo-nos ver melhor, natural certo grau de frustração, por incorrermos em tal equívoco.
Porém, a dádiva de poder ver melhor, doravante, paga com juros, à decepção de descobrirmos que estávamos errados. “Apega-te à instrução e não largues; guarda-a, porque ela é tua vida.” Prov 4;13
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