A “intromissão” necessária
Os que erram o caminho
“Livra os que estão sendo levados à morte, detém os que vão tropeçando para a matança. Se disseres: Não sabemos; porventura, aquele que pesa os corações não o percebe? aquele que guarda tua vida não sabe? não retribuirá a cada um conforme sua obra?” Prov 24;11 e 12
É dever de quem possui luz espiritual, advertir dos descaminhos. Vendo um que, fatalmente acabará em morte, perdição, é impossível bancar o desentendido; “não se intrometer” na vida alheia.
O individualismo autônomo cantado em prosa e verso nesse mundo, é doentio; devemos ter cuidado uns dos outros; somos células do “Corpo de Cristo”, o conjunto dos salvos entre todas as denominações.
Tanto que, quando alguém que se diz dos nossos, escandaliza, presto os inimigos da fé lançam em nosso rosto.
O individualismo, tão ao ímpio paladar, sobretudo quando apreços espirituais estão em cena, termina na primeira enfermidade; o feminismo, no primeiro pneu furado.
É direito alheio, escolher se nos quer ouvir ou não; nosso dever anunciar A Palavra de Deus com retidão, vivendo conforme. Infelizmente, quem se habituou às trevas se sente incomodado com a Luz. “Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, não vem para a luz, para que suas obras não sejam reprovadas.” Jo 3;20
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