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A justiça própria

A justiça própria

O rigor do legalismo

“Por isso alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus; pois não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tais sinais? E havia dissensão entre eles.” Jo 9;16 

Um conflito entre o teor e a forma. Ninguém poderia negar que, a cura de um cego era um sinal grandioso. Contudo, os legalistas religiosos se enfureceram, porque esse sinal fora feito num sábado. 

A rígida observância do mandamento, lhes era mais importante que a restauração das vistas do cego. Duas coisas O Senhor ensinou que cabe lembrar: “O sábado (descanso) foi feito por causa do homem; não o homem por causa do sábado”. Assim, nenhuma dificuldade em estabelecer a correta prioridade. 

Outra; os homens deveriam ser julgados pelos frutos, não, pela profissão de fé. Curar a um cego era um fruto extraordinário. Portanto, as objeções dos religiosos eram gratuitas, desprovidas de empatia e sentido. 

Paulo fez a correta leitura da obstinação espiritual daqueles; “Porquanto, não conhecendo a Justiça de Deus, e procurando estabelecer a própria, não se sujeitaram à Justiça de Deus.” Rom 10;3 

Enquanto os líderes desejam que Deus se encaixe em suas predileções, os humildes se deixam ensinar, e, entram antes que aqueles. 

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