A morte necessária
O sacrifício vivo
“Pois, o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim: se um morreu por todos, logo todos morreram; Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” II Cor 5;14 e 15
Uma espécie de desdobramento do “negue a si mesmo” necessário, para os que pretendem pertencer a Cristo.
Nossa “cruz” significa, mortificação. Atinente às más inclinações; sem elas, em Cristo somos chamados a viver; “Os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com suas paixões e concupiscências.” Gl 5;24
Paulo defendeu a mesma ideia com palavras distintas; “… apresenteis vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é vosso culto racional.” Rom 12;1
A doutrina de Cristo não é difícil de entender, embora, o seja, de praticar.
O chamado do Salvador não é para covardes; em geral, o homem se mostra forte, resiliente ante adversidades, e fraco ao apelo dos prazeres. Em Cristo, somos fortalecidos para ser vencedores, em ambas as frentes.
A cruz trata das más inclinações; O Espírito Santo, fortalece nas adversidades. Nem a sedução nem a privação, dobram a quem se dobrou a Jesus Cristo.
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