A necessária santificação
O Paladar Santo
“Se formos infiéis, Ele permanece fiel; não pode negar a Si mesmo.” II Tim 2;13
Esse “não pode” não tem nada a ver com alguma restrição ao Todo-Poderoso. Antes, com Sua Integridade. Ele não pode pecar, isso, por causa da Sua Santidade.
Alguém poderia contradizer que, uma vez que Ele estabelece o que é pecado e o que não é, tudo o que quiser será lícito, assim, não poderá pecar nunca.
Entretanto, o ensino bíblico e diferente. O Senhor, pela Sua Santidade, tem aversão ao pecado. Assim, não pode pecar por causa do Seu “paladar” Santo. Se, à carne o pecado pode ludibriar, com o verniz do prazer, parecendo desejável, ao Eterno, não pode; sempre parecerá deletério, nauseabundo, desprezível.
Tiago ensina: “Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela própria concupiscência.” Tg 1:13,14
Habacuque também dissera: “Tu És tão puro de olhos, que não podes ver o mal, a opressão não podes contemplar…” Hc 1:13
Assim, nossa santificação é necessária, não por um deleite do Eterno; antes, porque deseja identificação. “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual, ninguém verá O Senhor.” Heb 12;14
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