A nova Lei
Com um quê, da velha
“A Lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma…” Sal 19;7
“Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na Lei de Deus.” Rom 7;22
Se a Lei de Deus é perfeita, traz refrigério, e apraz ao homem espiritual, por que foi abolida?
Ao menor sinal de correção, de disciplina, os refratários a isso se apressam a dizer que estamos no tempo da graça, e não na Lei.
A Palavra é categórica: “Se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico, que necessidade havia ainda de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, que não fosse contado segundo a ordem de Arão? Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.” Heb 7;11 e 12
Houve sim, mudança de Lei, após Cristo. Basta ler com atenção, para ver que a mudança atina ao sacerdócio. Antes, pelo sangue de animais, era só um tipo do perfeito sacerdócio de Cristo. Vindo Este, aquele perdeu a função.
Mandamentos acerca da vida, propriedade, veto ao adultério, ao falso testemunho, priorizar a Deus, evitar idolatria e honrar aos pais, nada mudou. Do sábado O Salvador desobrigou. O mais, segue valendo.
Justificação pela graça, não é o fim da disciplina. “Se estais sem disciplina, da qual todos são participantes, sois então bastardos, não, filhos.” Heb 12;8
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário