A oração do santo
A santificação
“Quem pode entender os seus erros? Purifica-me tu dos que me são ocultos.” sal 19;12
A boa noção espiritual, separa dos que não a possuem. Esses, se denunciadas por maus passos, presto se defenderão, dizendo ser um direito, caminhar assim. Admitir erros e buscar o perdão Divino, não é coisa de pouca monta.
Acima vemos Davi, cogitando que tinha mais erros do que poderia entender. Sobre os que lhe escapavam, orou também: “Purifica-me tu dos que me são ocultos.”
Spurgeon dizia com propriedade, que tratamos nossos pecados como um fruticultor trata suas frutas. Escolhe às mais belas e expõe na feira; entretanto, ainda restam muitas no pomar.
Assim, confessamos e admitimos os pecados mais grosseiros; acoroçoamos como lícitos, outros de menor visibilidade.
Prudente, orarmos como Davi; depois de deixar sobre a mesa da confissão e arrependimento, todos os “frutos” viçosos, suplicarmos que a Divina Graça “rabisque” aos que ficaram para trás.
À medida que crescemos em santificação, aumenta a sintonia fina espiritual; somos capacitados a ver coisas más que antes não víamos. Nos lugares que supúnhamos limpos, ainda saltitam muitos anfíbios.
Quanto mais higiênico o ambiente, mais facilmente se vê, eventual impureza. “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual, ninguém verá O Senhor.” Heb 12;14
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