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A presunção é cega

A presunção é cega

Amigos de Jó

“Ou ouviste o secreto conselho de Deus e a ti só limitaste a sabedoria? Que sabes tu, que não saibamos? Que entendes, que não haja em nós?” Jó 15:8 e 9 

Elifaz acusando Jó de arrogância, de pretender ser o dono da verdade, porque ele não se deixava convencer pelos seus argumentos. 

Afinal, bebiam de antigas fontes de saber. “Também há entre nós encanecidos e idosos, muito mais idosos que teu pai.” v 10 

Quem disse que velhice significa sabedoria, necessariamente? 

Tendemos a equacionar mera opiniões, com sabedoria. Se determinadas coisas lhes parecem certas, esposam que assim é, sem cogitar que as aparências costumam ser mentirosas. 

A fala deles se revelou tão molesta, que Jó desejou o silêncio deles. “Vós, porém, sois inventores de mentiras, todos médicos que não valem nada. Quem dera, vos calásseis de todo, pois, isso seria vossa sabedoria.” Jó 13:4 e 5 

Esposavam que suas falas eram o saber, Jó pontuou que seu silêncio seria, mais luminoso que fazer as fúteis acusações que lhe faziam. 

Por fim, O Eterno deu Seu veredicto: “… Minha ira se acendeu contra ti, e contra teus dois amigos, porque não falastes de Mim o que era reto, como Meu servo Jó. Cap 42:7 

Em caso de dúvidas sobre a veracidade das escolhas, ouçamos ao Eterno. 

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