A saga de Jonas
O dia da salvação
“Orou Jonas ao Senhor, seu Deus, das entranhas do peixe.” Jn 2:1
Sem muitos pormenores sobre a saga de Jonas, cuja desobediência o levara ao ventre de um grande peixe, esse incidente nos leva a pensar.
Quando pediu que fosse lançado ao mar para que a tempestade acalmasse, desistira de viver sabendo-se culpado pelo que acontecera.
Tragado pelo peixe, milagrosamente, seguiu vivo em seu ventre, por três dias e três noites. Ele deve ter cansado de esperar que a digestão do bicho o consumisse; então, após esse vasto período, decidiu orar. Parece que desistira de morrer.
Havia muito mais em jogo que a vida do profeta fujão. A sobrevivência de toda a cidade de Nínive, dependia dele cumprir o que lhe fora ordenado, como, depois se verificou.
Assim, foi milagrosamente preservado. Tendo, finalmente, se arrependido e orado ao Senhor, foi ouvido.
Acontece que nós, pobres mortais, não temos uma Nínive para salvar; somos mordomos das nossas próprias almas, inicialmente. Se, formos para o “ventre do peixe”, sem termos reconciliado primeiro com O Senhor, nada mais restará fazer.
Por isso, o apelo a receber a salvação sempre soa em regime de urgência; “… Ouvi-te em tempo aceitável, socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação.” II Cor 6:2
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário