A saga de Rute
A estrangeira, de casa
“O Senhor recompense o que fizeste; te seja concedido pleno galardão da parte do Senhor Deus de Israel, sob cujas asas te vieste abrigar.” Rt 2;12
Fala de Boaz, a Rute. Que segundo ele, fora se abrigar sob as asas do Deus de Israel.
Naqueles dias, cada povo tinha o seu deus; o dos moabitas era, Quemós.
Pois, tendo sido casada com um judeu, morrendo ele, deixou seus pais, seu deus, seu país, e migrou com Noemi sua sogra, tendo se apegado a ela e ao seu Deus.
“… Bem se me contou tudo quanto tens feito para com tua sogra depois da morte de teu marido; como deixaste teu pai e tua mãe, a terra onde nasceste, e vieste para um povo que dantes não conhecias.” v 11
Interessante como se alinha ao ensino de Jesus, sobre colocar o amor a Ele, adiante do dos familiares. Rute fizera assim.
Veio a ser esposa, do rico Boaz, avó de Davi, fazendo parte da genealogia do Salvador. Quem faz escolhas virtuosas diante de Deus, nunca é decepcionado.
Embora tenha escolhido, inicialmente, os judeus, “Lhe é aceitável aquele que, em qualquer nação, O teme e pratica o que é justo.” Atos 10;35
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