A soberana escolha
Salvar aos fiéis
“Sabei, pois, que o Senhor separou para si aquele que é piedoso…” Sal 4;3
Os que defendem a ideia que Deus escolhe de antemão a quem irá salvar, não atentam para textos semelhantes a esse, onde O Eterno reage às humanas escolhas.
Um viver piedoso fora escolha de Jó, igualmente, de Cornélio. Do primeiro, O Eterno deu testemunho; quanto a Cornélio, como ninguém será salvo pelas obras, O Santo enviou-lhe um mensageiro, para que recebesse a Graça salvadora, mediante o ministério de Pedro.
Noutra parte reiterada a Divina escolha dos que fazem boas escolhas; “Meus olhos estarão sobre os fiéis da terra, para que se assentem comigo; o que anda num caminho reto, esse Me servirá.” Sal 101:6
É uma acusação injusta, dizer que defendemos a salvação pelas obras. Coisas que devem ser atribuídas à Divina presciência, as que Deus fez “antes da fundação do mundo” muitos torcem a compreensão; dizem fazê-lo para defender a Soberania do Eterno.
Como se, salvar a quem quiser de acordo com a resposta desse, ao convite da Graça, não fosse também, um ato soberano.
Os “eleitos” o foram em Cristo; predestinar significa, preparar de antemão o destino dos salvos, não pré-escolher quem será.
No ensino Calvinista, exortação à perseverança, e a pregação do Evangelho são esvaziados de sentido.
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