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A sobriedade

A sobriedade

Oração equilibrada

“… não me dês a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção costumeira; para que, porventura, estando farto não te negue, e venha a dizer: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e tome o Nome de Deus em vão.30:8 e 9 

Nesse módico pedido, temos uma nuance do que significa tomar O Nome de Deus em vão. Pediu seu pão equilibradamente, sem excessos nem carências, o básico. Depois, nas considerações sobre possíveis privações, que o levassem a furtar, tomaria o Nome de Deus em vão.  

Invocar sobre si o Nome do Santo, vivendo de modo ímpio, é inútil; acrescenta pecado a pecado. Ao da impiedade, a profanação, envolvendo o Excelso Nome, em coisas indignas. 

Quantos fazem uma súplica equilibrada assim? Quando se jactam: “Eu sou filho do Rei”. Não pretendem honrar ao Pai, antes, justificar seus apetites desmedidos, pelas grandezas terrenas. 

Paulo também caminhou sobre o lastro da sobriedade, no quesito das posses; “Porque nada trouxemos para este mundo, e nada podemos levar dele. Tendo porém, sustento, e com que nos cobrir, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, em laço, e muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.” I Tim 6:7 a 9 

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