A vigilância
Simplicidade a manter
“Mas temo que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos entendimentos e se apartem da simplicidade e pureza que há em Cristo.” II Cor 11;3
À simplicidade Paulo anexou a ideia de pureza como coisas a serem preservadas. Em certo momento lembrou que, não usara o talento retórico para convencê-los, as “palavras persuasivas de sabedoria humana”; antes, sua atuação fora referendada por manifestações de espírito e poder, e o centro da sua mensagem fora a Cruz de Cristo. Qualquer coisa alienada disso deveria ser evitada.
Simplicidade por se ater exclusivamente à doutrina, não é muito fácil ao pregador moderno; a pureza, de nada acrescentar ao Ensino de Cristo, desafia. Grassam supostos talentos humanos, e distorções “politicamente corretas” como se fossem alguma valia espiritual.
Para não sermos corrompidos por essas sutilezas devemos estar vigilantes em nossos entendimentos; pois, se uma mulher sem pecados foi seduzida pela serpente, quanto mais nós, pecadores se descuidarmos da necessária vigilância.
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação…” Mat 26;41
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