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A vigilância

A vigilância

traz humildade

“Não que já tenha alcançado, ou que já seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus.” Fp 3:12 

Os homens prudentes. “Os melhores homens que conheci – disse Spurgeon – viviam descontentes consigo mesmos, culpando-se por alvos não alcançados, e buscando de alguma forma, mediante crescimento, serem ainda melhores.”  

Acima vemos Paulo, deixando margem para falhas, invés de, arrogantemente se sentir a última bolacha do pacote. “Não que já tenha alcançado ou seja perfeito…” 

Confessamos pecados mais vistosos, muitos escapam. Devemos orar como Davi: “Quem pode entender seus erros? Purifica-me Tu dos que me são ocultos.” Sal 19:12 

Nessa postura vigilantes conosco mesmo, para não tropeçar em atitudes que estraguem o sadio relacionamento com O Pai, sempre encontraremos coisas que precisam ser tratadas, destemperos “normais” que não são aceitáveis. 

A receita é clara: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” Prov 4:23 

Nesse enganador residem riscos de “normalizarmos” coisas, segundo os desejos nele acariciados, não, segundo O Senhor. “Enganoso é o coração, mais que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, O Senhor, esquadrinho o coração, provo as entranhas; para dar a cada um segundo seus caminhos, segundo o fruto das suas ações.” Jr 17:9 e 10 

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