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A “vitória” dos cegos

A “vitória” dos cegos

Estúpidos convictos

“Até quando, ó estúpidos, amareis a estupidez? até quando se deleitarão no escárnio os escarnecedores, odiarão, os insensatos, o conhecimento?” Prov 1;22 

Chamamos a monotonia em determinada incidência, de “mais do mesmo”. Depois de fazermos mil vezes algo, obtendo, óbvio, os mesmos resultados, tendemos a nos enfadar daquilo. 

Tornou-se proverbial; quem desejar colheitas diferentes, mude a semeadura.  

Os que escolheram à estupidez, como hobby “filosófico”, depois da enésima vez sem nenhum fruto, exceto, a saciedade sarcástica, sem o menor refrigério às suas almas áridas, pela ausência de vida espiritual, se mostra plena de sentido, a questão: “Até quando, ó estúpidos, amareis à estupidez?” 

Poderiam dizer que nós, pregadores da Palavra de Deus, também vivemos uma ciranda inglória onde gira sempre, igual. Como é próprio das coisas vivas, eles se renovam a cada dia. Disse Heráclito, que é impossível passar o mesmo rio duas vezes. Na segunda, não será o mesmo; as águas terão mudado.  

Assim, O “rio do Espírito.” “… como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, andamos nós também em novidade de vida.” Rom 6;4 

Objeções ateístas não nos incomodam, no sentido de enfraquecer a fé; apenas entristecem, por vê-los se perdendo, presumindo-se vencedores.  

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