Alforria rejeitada
Falsos libertários
“Porque bem pode ser que ele se tenha separado de ti por algum tempo, para que o retivesses para sempre, não já como servo, antes, mais que servo, como irmão amado, particularmente de mim, quanto mais de ti, assim na carne como no Senhor?” Fl vs 15 e 16
Onésimo o escravo de Filemom fugira; na fuga cruzara com Paulo que, mesmo preso o convenceu da salvação em Cristo. E o encorajara a voltar para seu Senhor.
Porém, escreveu ao seu amigo, pedindo que ele não mais tratasse Onésimo como escravo, antes como irmão.
Na Antiga Aliança Deus permitiu a escravidão. Prescreveu tratamento humano com prisioneiros; entre irmãos, era permitido apenas por sete anos, ao final dos quais, deveria ser liberto e recompensado pelo trabalho, o que se vendesse como escravo.
Um homem dominar sobre outro não é propósito Divino. “… tempo há em que um homem tem domínio sobre outro, para desgraça sua.” Ecl 8:9
Quando incrédulos acusam que a Bíblia promove a escravidão, mentem. Deus tolerava por causa da incivilização dos homens. No Novo Testamento desconstrói. “Senhores, fazei o que for de justiça e equidade aos vossos servos, sabendo que também tendes um Senhor nos Céus.” Cl 4:1
Porém, se são tão libertários, por que permanecem escravos do pecado, alheios ao Senhor que liberta?
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário