“Arrogância arminiana”
Dita por calvinistas.
“Os céus proclamam a justiça Dele, pois Deus mesmo é Juiz.” Sal 50;6
Duas coisas são indispensáveis para que um juiz idôneo trabalhar; um código legal pelo qual julgará, e um réu que tenha agido, de alguma forma, cujas atos serão julgadas.
Pois, para o calvinismo, nada disso é necessário. Embora Deus seja, inequivocamente, o Juiz de toda terra.
Há pouco deparei com uma postagem desaforada desses. Uma figura com cara debochada, e a frase dum suposto arminiano: “Ai, os calvinistas são arrogantes.” E a resposta: “Humilde é você que acha que pode salvar-se e ‘dessalvar-se’ (sic) quando quiser.”
De uma página chamada “Cristãos Reformados”.
Escrevi um comentário, afinal, fui chamado de arrogante; usei o direito de defesa. Pois, tendo escrito, na hora de postar apareceu que estou bloqueado, proibido de comentar lá.
Provavelmente já escrevi em postagens semelhantes, e recebi a pecha de “persona non grata”.
Ora quem pretende expressar-se sobre assuntos polêmicos, e veta o contraditório, comporta-se como uma seita. Certos apenas os que pensam como eu, os demais, todos perdidos. Estranha reforma esses passaram.
Dizer que um arminiano acredita que pode salvar-se, é mais que desonestidade intelectual, é mentira. A Palavra é categórica sobre o fim dos mentirosos.
Acreditamos que estamos espiritualmente mortos, como todos, sem Cristo. Ouvindo O Evangelho, somos convencidos do pecado, da justiça e do juízo, e chamados ao arrependimento. Os que dão ouvidos, ínfima minoria, infelizmente, são guindados à condição de Filhos. Jo 1;12 Capacitados a agir como tais.
O Espírito Santo passa a habitar nos regenerados, e os constrange à obediência, sem forçar. Entre obedecer ou não, temos escolha; somos salvos totalmente pela Graça Divina. Ef 2;8 e 9.
Nada de arrogante nisso; demonstrável na Palavra.
Se, salvos e os perdidos são escolhidos antes de nascer, como creem, e eles foram para a salvação, por que porfiam conosco? O que pode ser feito se não fomos escolhidos? Somos apenas, casos perdidos.
Eles defendem no seu “monergismo” uma espécie de “Bolsa Família espiritual”, onde o indigente não precisa fazer nada, O “Governo”, banca-o. Podem gritar sua “defesa” da Divina Soberania; a rigor, blasfemam atribuindo injustiça ao Altíssimo. Longe de mim, tal insanidade.
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