Artifícios que desviam
Tempos de apostasia
“O Senhor é o meu pastor…” 23:1
Se pesquisarmos sobre qual seria o louvor mais relevante de todos os tempos, atrevo-me a pensar em dois como favoritos. Se incluídos os cânticos antigos, certamente, o Salmo 23.
Porém, se pensarmos na era do cristianismo, “Grandioso és Tu”, se destacará.
O que têm em comum? A centralidade do Senhor. Diferentes dos atuais, onde, o homem é colocado no centro. “Senhor meu Deus, quando eu maravilhado…” As primeiras palavras de ambos mostram a quê, vieram. “O Senhor é o meu pastor…” “Senhor meu Deus…”
Causa grande controvérsia, o tal do “Auê” que seria um “louvor”, embora, não cite O Senhor, e nenhum dos Seus Ensinos. Pior, a indumentária dos “adoradores” remete aos cultos afros, mais que outro culto qualquer.
Tempos difíceis! Se fosse passar por um crivo bíblico, raríssimos hinos se salvariam. O retrato musical da apostasia real.
Quando o povo voltou do cativeiro babilônico, as Escrituras foram lidas e explicado o sentido; pois, desacostumaram da língua pátria no cativeiro.
Hoje em dia parece que preferem dificultar aos mais simples o entendimento. A igreja virou “church”; invés de “O envio”, é “the send”; não são pecados esses anglicismos; indícios da doença atual.
Músicas, cuja mensagem carece pesquisar para “encontrar”, é porque não tem mensagem nenhuma, sadia. Voltemos ao simples.
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