As más influências
As inclinações viciosas
“Os pensamentos do justo são retos; mas os conselhos do ímpio são falsos.” Prov 12;5
Há uma diferença fundamental entre pensamentos e conselhos. Nos pensamentos é onde fazemos triagem do que haveremos de falar ou fazer; neles passamos pelo crivo as ações segundo os valores que nos são caros.
Os conselhos já seriam resultados desse processo interno, dessa triagem; onde, aquilo que nos pareceu melhor, nos atrevemos a prescrever para quem nos ouve.
Desse modo, um pensamento tem muito mais chances de ser vicioso, dado que, ainda não passou pelo filtro, do que um conselho, que seria um “fruto maduro” no pomar dos nossos valores.
Ainda assim, pois, vemos que o esboço do justo é melhor acabado, que a arte-final dos ímpios. Por isso, o homem prudente deve evitar tais influências; “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores; antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite.” Sal 1;1 e 2
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