As palavras puras
E os ouvidos moucos
“Quanto às obras dos homens, pela palavra dos Teus Lábios me tenho guardado dos caminhos do homem violento.” Sal 17;4
Felizes os que recebem à Palavra de Deus, pelo que ela é. O turbilhão de informações ao nosso dispor, nas redes sociais, pode tolher que encaremos às coisas com a devida seriedade. Afinal, basta rolar a tela e outra ocupará o lugar da primeira. Assim, podemos “rolar” até que a coisa nos agrade. Nada poderia ser mais letal.
A alma humana se fecha ao que não gosta e se abre ao que deseja. A tecnologia que preside essas coisas é amoral. Reage favoravelmente à interação, não, ao conteúdo, à essência. Assim, o fútil ganha vitrines, o medicinal, masmorras.
Se A palavra de Deus for aquilatada como sendo do mesmo nível das baboseiras que circulam, será furtada de sua eficácia santa, transformadora. Acima vimos o dito do salmista que, por ela, remodelava seus caminhos, evitando os maus exemplos.
Porém, quantos têm paladar para diferir o que é santo, do que é profano? “As palavras do Senhor são palavras puras, como prata refinada numa fornalha de barro, purificada sete vezes.” Sal 12;6
Felizes os que as ouvem, e guardam.
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