As riquezas
E os bens
“Na casa do justo há um grande tesouro, mas nos ganhos do ímpio há perturbação.” Prov 15:6
Necessária a conclusão que, essa sentença não atina aos bens palpáveis. São os adjetivos que ajudam a “medir” a riqueza de um e outro; o justo e o ímpio; logo, esses aspectos são os valores apreciados no dito.
O que cada um é, a rigor, é o que possui, a despeito das circunstâncias; “O essencial é invisível aos olhos.” Antoine de Saint Exupéry. Assim, “O ímpio toma emprestado e não paga; mas, o justo se compadece e dá.” Sal 37:21
Quem é mais rico? O que arruína ou o que supre ao necessitado? Reitero, não ter a ver com posses, antes, com caracteres.
Tratando-se dessas, estritamente, em muitos casos os maiores “tesouros” estão nas mãos dos ladrões, dos corruptos.
Como bebem de fontes corruptas, por meios ilícitos, os rastros que deixam, um dia, acabam se voltando contra os protagonistas, que, então, sofrem o cumprimento do provérbio; “… nos ganhos do ímpio, há perturbação.”
O que alguns fizeram “no verão passado”, assoma; o “sítio arqueológico” das pistas, expõe o arcabouço de monstros surpreendentes, que sequer imaginávamos, existir.
Dizer, “quem não deve não teme”, é usado como máscara pelos que devem muito. A excelência é viver, sem nada que assombre.
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário