Bagagem de mão
A breve peregrinação
“Sofre comigo como bom soldado de Cristo Jesus.” II Tim 2;3
Nesses dias sombrios de “teólogos” coachs, onde, motivar pecadores a novos empreendimentos parece mais importante que desafiá-los à conversão, mediante arrependimento, como se feria um convite assim? “Sofre comigo!”
Essa nuance só mostra, como um texto marcado, o quão distante estamos da seriedade necessária para viver e anunciar O Evangelho de Cristo.
Somos passageiros, e como tais, devemos viver. Não poucos fazem “peregrinações” em roteiros religiosos, visando usar a experiência, como uma miniatura da peregrinação da vida, fruindo e vivendo aprendizados.
Quanto menor a bagagem, melhor, ensinam alguns que fizeram o percurso; a gente aprende a descartar tudo o que não é essencial, para não levar com grande esforço, pesos desnecessários.
Pois, na peregrinação da vida, geralmente se verifica o contrário. O afã de aumentar montes de metais aprisiona muitos, inclusive, os que se dizem cristãos. Envergonham O Reino de Deus, com seu materialismo doentio.
Paulo foi claro sobre a módica bagagem necessária; “Tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes.” I Tim 6;8
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