Bênçãos e maldições
Como sucedem
“Agora, ó sacerdotes, este mandamento é para vós. Se não ouvirdes nem propuserdes, no vosso coração, dar honra ao Meu Nome, diz o Senhor dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei vossas bênçãos…” Ml 2:1 e 2
A ideia superficial de que os “ungidos” têm poder de abençoar ou amaldiçoar terceiros, carece de melhor entendimento.
Quem tem poder é O Senhor. Se, usa algum homem como mediador para essas coisas, o faz porque quer, não que precise.
Como vimos acima, “mediadores” que não honram ao Seu Nome, suas “bênçãos” saem pela culatra.
A mesma regra vale para as orações; não possuem poder em si; quando Tiago diz que, a “oração de um justo pode muito em seus efeitos”, está identificando a quem Deus ouve. Todo o poder está no Eterno; para aqueles dos quais se agrada, Ele concede graça; os demais, batem à porta em vão.
Em Jó temos um exemplo prático. Seus amigos cheios de línguas e censuras foram rejeitados, ele, aceito como intercessor junto ao Eterno. “… Meu servo Jó orará por vós; porque deveras a ele aceitarei…” Jó 42:8
Quando se nos ordena que abençoemos, não amaldiçoemos, é a saúde das nossas almas que está sendo cuidada. “… com a medida com que tiverdes medido vos tornarão a medir.” Mat 7:2
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