Chave nos lábios
Cuidado com as palavras
“Porém, ele negou-o, dizendo: Mulher, não o conheço. Pouco depois, vendo-o outro, disse: Tu és também deles. Mas Pedro disse: Homem, não sou. Passada quase uma hora, um outro afirmava: Também este verdadeiramente estava com Ele, pois, também é galileu. Pedro disse: Homem, não sei o que dizes. Estando ele ainda a falar, cantou o galo.” Luc 22:57 a 60
As três negativas de Pedro, como avisara O Salvador que aconteceria.
Primeiro alegou desinformação total; “não O conheço;” Na segunda, foi direto: “Não sou”. Por fim, voltou o total desentendimento: “Não sei o que dizes.”
O medo é um péssimo conselheiro. Debaixo da sua sombra, muitos fazem coisas que sem ele não fariam. Não dá para duvidar que Pedro tenha sido sincero quando se comprometeu a ir com O Senhor até à morte. Não pensou que seria mesmo necessário; digo, que O Senhor acabaria morto.
Devemos ser prudentes com o que falamos, desconfiar de nós mesmos, a despeito de nossa sinceridade.
“Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas tuas palavras.” Ecl 5:2
Melhor é surpreendermos a nós mesmos e terceiros, que decepcionarmos. Cautela com os lábios, pois.
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