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Condutores cegos

Condutores cegos

Zelo desnecessário

“O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca…” Mat 15:11 

Os fariseus extremamente ciosos dos seus “ritos de purificação” censuravam aos discípulos de Jesus, porque esses, não seguiam suas prescrições. 

Não que a higiene não seja uma coisa boa e necessária. Porém, quando, invés dos cuidados básicos ela desfila como um verniz para ornamento da hipocrisia, então perde o sentido. 

O Senhor que se preocupava com as contaminações mais sérias, prioritariamente, colocou os pingos nos is; “O que sai da boca, procede do coração, e isso contamina o homem. Porque do coração procedem maus pensamentos, mortes, adultérios, fornicação, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.” vs 18 e 19 

Noutra parte quando disse que eles coavam um mosquito e engoliam um camelo, foi a isso que aludiu; um rigor severo e desnecessário com coisas periféricas, e total desleixo com valores maiores, os espirituais. 

O Salvador não estava rejeitando à higiene, reitero; apenas, colocando às coisas na perspectiva correta. A rejeição dos religiosos para com Cristo e os Seus, a rigor evidenciava a rejeição daqueles. “Ele, porém, respondendo, disse: Toda planta, que meu Pai celestial não plantou, será arrancada. Deixai-os; são cegos condutores de cegos. Ora, se um cego guiar outro, ambos cairão na cova.” vs 13,14 

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