Consumidores do engano
Promessas fáceis
“… Acautelai-vos, que ninguém vos engane;” Mat 24:4
Proverbial, que as aparências enganam. Contudo, o aspecto mais pernicioso do engano é quando ele é tratado como benfeitor; desejado pelo comodismo que enseja.
Alguém colocou numa canção: “Mente pra mim, mas diz coisas bonitas…” O agradável, para muitos parece desejável; malgrado, falso.
O que são falsos profetas, senão, mercadores atentos às necessidades doentias desses? Produzem alentadoras promessas, que nunca se cumprem. Traficantes emocionais prósperos, porque os consumidores crescem cada vez mais.
Desde dias antigos isso acontece; “Porque este é um povo rebelde, filhos mentirosos, filhos que não querem ouvir a Lei do Senhor. Que dizem aos videntes: Não vejais; aos profetas: Não profetizeis para nós o que é reto; dizei-nos coisas aprazíveis, vede para nós, enganos.” Is 30:9 e 10
Sua religiosidade é momentânea, mentirosa e emotiva; o sadio relacionamento com O Senhor carece ser espiritual, veraz e eterno.
Antes de vigiarmos para que terceiros não nos enganem, devemos avaliar a fundo nossos próprios motivos, para descobrir se não somos consumidores contumazes da mentira.
Inegável que, promessas fáceis, o Deus servil se mostra mais palatável. Todavia, o valor de um caminho, não deriva das facilidades, mas de saber aonde conduz; “Há um caminho que ao homem parece direito; mas no fim, são caminhos da morte.” Prov 14;12
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