Deus dos pobres ou dos ricos?
A opção pelos maus
A “Teologia da Libertação” pretende um Deus para os pobres; a da “prosperidade”, para fazer ricos.
A “preferência” aos pobres é inclusiva, pois, eram discriminados; não, exclusiva, o que discriminaria aos ricos.
“Bem-aventurados os pobres de espírito…” Mat 5;3 Se refere à condição espiritual, não, social. “Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui.” Luc 12; 15
Os da prosperidade enfatizam: “… Eu vim para que tenham vida, e vida com abundância.” Jo 10;10 O Senhor aludiu a bens espirituais, largueza da vida, eterna.
Paulo adverte: “Os que querem ser ricos caem em tentação, laço, e muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males; nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e traspassaram-se com muitas dores.” I Tim 6; 9 e 10
Jesus conseguiu persuadir com Sua mensagem, ao menos, três figurões; Zaqueu, Nicodemos e José de Arimatéia.
“Todo o vale será exaltado, todo o monte e outeiro será abatido…” para Deus, não existem extratos sociais, todos estão no mesmo nível.
Jesus aconselhou que Seus servos ajuntem tesouros no céu; os ricos podem, se, rendidos a Cristo; os pobres também, malgrado suas privações.
“Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” “… aprendi a contentar-me com o que tenho.” Fp cap 4
Deus fez opção pelos maus; não que exista um bom, a Bíblia diz que não há um justo sequer; “Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes.” Mat 9;12
A preferência Divina, é pelos que reconhecem sua “doença”; não pode ser salvo, quem não se sente perdido.
Salvação, pois, riqueza que devemos buscar. “Pensai nas coisas que são de cima. Col 3;2
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