Diamantes em fundas
A “interpretação” dos tolos
“Justas são todas as palavras da minha boca… Todas elas são retas para o que bem as entende…” Prov 8;8 e 9
Intérpretes honestos da Palavra de Deus, nem sempre são bem-sucedidos em seu intento, dado o preparo que isso requer; quiçá, os “caçadores” de contradições, de motivos para descrer?
Tais, leem dois versos e acham um “erro”, jogam-no airosos sobre a mesa, e saem de volta, aos seus pecados costumeiros.
Deparei com uma “pérola” dessas; “Jesus na cruz dizendo: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” e: “Se até a Jesus Ele desamparou, como cuidará de um nada, como você?”
Como explicar a uma anta dessas, que a Divina Justiça exigia que o sacrifício fosse real, não, um teatrinho para a torcida?
Há perguntas que não são intelectuais, antes, emocionais; não questiona por não saber; antes, em demanda dos motivos, ou, como um meio de dar vazão à própria dor.
Por exemplo: Um cônjuge que surpreende outro em pleno adultério, dirá: “O que você está fazendo?” Ele/a sabe; quer entender. Assim, o “onde estás?” do Eterno, a Adão na queda, ou a questão de Jesus na cruz.
Agostinho se impõe: “Lendo a Bíblia encontrei muitos erros; todos em mim.”
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