Divisor de águas
A nova vida
“Quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano;” Ef 4:22
A conversão necessariamente deve ser um divisor de águas. Não pode incidir sobre uma linearidade, como se, algo mais, nos tivesse acontecido, apenas. Deve ser notória a diferença entre antes e depois.
O que nos foi “lícito”, em Cristo, deixou de ser. O novo modo de vida, nos é requerido.
Podíamos fazer o que desse vontade, estávamos perdidos. “Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça.” Rom 6:20
A cruz que fomos chamados a tomar, nos compromete com novo modo de viver, segundo os valores do Senhor, não mais, conforme atuamos. “Fomos sepultados com Ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos em novidade de vida.” Rom 6:4
Embora sejamos salvos pela Graça, a implicação do seu recebimento nos compromete com a disciplina, requer santificação e o testemunho das obras pertinentes a um cristão; “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” Ef 2:10
Dado que, nosso pretérito “livre” não deixou nenhum fruto, já o valora de acordo; “Que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais?” Rom 6:21
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