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Dízimos, por quê?

Dízimos, por quê?

Uma reflexão a respeito

“… dais o dízimo da hortelã, endro e cominho, e omitis o que há de mais importante na Lei, a saber, justiça, misericórdia e fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.” Mat 23;23 

Nada tem sido mais atacado nesses dias que o ensino sobre o dízimo. Era coisa da Lei, do Antigo Testamento, dizem; Cristo aboliu.  

Na verdade, uns quatro séculos antes disso, Abraão pagara dízimos a Melquisedeque.  

O que mudou com Cristo, em relação a Moisés, foi a desobrigação de guardar o sábado, o fim dos sacrifícios de animais, a punição imediata de certos pecados… Não furtar, mentir, adulterar, dar falso testemunho, adorar ídolos, honrar pai e mãe, continua valendo. 

Os dízimos são uma forma visível de honrar a Deus; “Honra ao Senhor com teus bens, com as primícias de toda tua renda;” Prov 3;9 

Deus não precisa de dinheiro; mas Sua Obra precisa; Ele se agrada de ser honrado e escolheu esse modo. 

Suponhamos que, o pleito dos anti-dizimistas fosse vitorioso. O que aconteceria? 

Igrejas fechariam as portas por impossibilidade de existir; orfanatos, clínicas de recuperação de drogados, idem. Milhares de irmãos em países pobres que recebem alimento de igrejas missionárias perderiam seus benefícios etc. 

Sabemos dos “empresários da fé”, gente sem caráter que manipula por dinheiro. 

Mas, os que vão a eles os merecem; essa perfeita simbiose entre otários e vigaristas não é a Obra de Deus, embora a profane e envergonhe.  

Quem acredita que se pode mercadejar com O Eterno, oferecendo algo para receber xis vezes mais, é ganancioso. Cai na armadilha dos semelhantes, porque se identifica.  

Existirem maus líderes, e más igrejas, entretanto, não justifica tolher algo necessário, que é um ensino bíblico.  

Acontecem acidentes de trânsito todos os dias; muitos, com vítimas fatais, infelizmente. Usaríamos isso, como argumento, para proibir a todos de dirigir? 

Experimentemos olhar os dízimos sem os óculos viciados de sempre. Quem renuncia a dez por cento da renda, o faz espontaneamente. Ninguém é obrigado. Os que condicionam a salvação ao pagamento, são apenas os vigaristas já mencionados. 

Quem paga e vive em fidelidade, é livre de vícios como alcoolismo, tabagismo, drogas, e tantas coisas afins, que em muitos casos consomem 100% dos salários.  

Se esses zelosos do dinheiro alheio querem fazer um trabalho de relevância, pois, poderiam se engajar no combate a essas coisas. Já pensou nos benefícios desse engajamento, caso consigam libertar alguém? 

A não ser que, seu zelo “solidário” com os “enganados”, seja apenas uma canção conveniente, para disfarçar sua inveja dos que amontoam metais por meios fraudulentos. 

Ou, pode ser ainda pior; que derive da cegueira do inimigo, que os alistou a seu serviço, fazendo-os pensar que são benfeitores alheios, invés de fantoches.  

Afinal seu doentio labor, além de não produzir nada, exceto, discórdia, acaba sendo um levante contra a Obra de Deus. Qual o sentido? 

Os patifes infiltrados que tiram proveito da ingenuidade usando O Santo Nome do Senhor, receberão mais severo juízo. “Ai do mundo, por causa dos tropeços! pois é inevitável que venham; mas ai do homem por quem o tropeço vier!” Mat 18;7 

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