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Dois tipos de ateus

Dois tipos de ateus

Um descrê, outro, “desvive”

Após um sério sermão de Jesus, considerável multidão debandou, dada a “dureza” da mensagem.  

Ele questionou a Pedro se ele e os demais discípulos não queriam ir também. Pedro respondeu: “… Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.”   

“Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação…” Heb 2;3 

Naqueles dias de homens simples, sem domínio da sofística, dialética, as coisas eram assim ou, assado; com Deus, ou, contra; salvos ou perdidos. Não dispunham dos préstimos de Darwin, da filosofia de Nietzsche, do ateísmo. 

A filosofia, pela verdade, faz concessões, ante argumentos sólidos. Porém os que se exercitam pela contradição, seu fogo arde pela fumaça, não, pela luz. 

Qualquer ímpio pode fazer excelentes ginásticas mentais; “triunfar” num debate, ante opositores com menos predicados. 

Nos frutos, se revelarão estéreis como um castrado. Paulo, aliás, contrapondo a vida na fé, àquela que os romanos tiveram na incredulidade, não demandou argumentos. “Que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte.” Rom 6;21 

São encontráveis, dezenas, centenas de pessoas de vidas dissolutas, imorais, errôneas, que deixaram isso tudo e se tornaram de valor, após abraçar a fé em Jesus Cristo. Que os ateístas, pois, tragam um exemplo só, de alguém que vivia daquela maneira, e depois que abraçou a “fé”, foi transformado numa pessoa virtuosa.  

Falsos profetas que usam o Nome de Deus para fins escusos; isso nega suas idoneidades, não a existência de Deus.  

Erram mais que os ateus; o que descrê, no máximo fará mal a si mesmo; esses, além de ladrões são profanos.  

A um descuidado assim, O Senhor perguntou se ele tinha um plano B, ante à morte. “… esta noite pedirão tua alma; o que tens preparado, para quem será?” Luc 12;20 

“O mais perigoso tipo de ateísmo não é o ateísmo teórico, mas o ateísmo prático. O mundo, mesmo a igreja, está repleta de pessoas que prestam culto com os lábios em lugar de um culto com a vida.”  M. Luther King

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