Em busca da morte
Disfarçada de prazeres
“Ele a segue logo, como boi que vai ao matadouro, como o louco ao castigo das prisões;” Prov 7;22
Um jovem sem juízo, (v 7) seduzido, indo ao leito da mulher adúltera. “Como um boi ao matadouro”.
Como o ruminante costuma ir, ao encontro dessa sina? Duas coisas concorrem com sua caminhada tranquila ao encontro da morte: Ignorância e amparo social.
Na fila do matadouro, não faz a mínima ideia de quê, o espera. Segue “desarmado” com a naturalidade de quem vai receber ração, água.
Acaso, nosso adúltero também, não arde esperando um banquete, enquanto ignora a morte que espreita? “Até que uma flecha lhe atravesse o fígado, como a ave que se apressa para o laço, sem saber que está armado contra sua vida.” v 23
O quadrúpede não caminha sozinho, antes, há muitos como ele na mesma fila; ante, tão grande “amparo social” por que desafinaria?
Da libertinagem sexual, atualmente, não é pequena a fila; tampouco, o amparo. Quase todos, não vêm mal nenhum. “Curta a vida; divirta-se, permita-se” etc.
“Caminho da sepultura é sua casa, o qual desce às câmaras da morte.” v 27
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