Em busca de pão
Quem não vai?
“… houve uma fome na terra; por isso um homem de Belém de Judá saiu a peregrinar nos campos de Moabe, ele, sua mulher, e seus dois filhos;” Rt 1:1
Ouvi pregadores usando esse incidente, onde, Elimeleque deixou Belém, por causa da fome, para peregrinar em Moabe, como sendo um erro.
Afinal, Belém, significa, casa do pão. Assim, advertem; “não deixes a casa do pão, para errar em terras estranhas”, figurando o não sair da igreja em busca de ilusões mundanas.
Uma construção válida, pela relevância do conselho. Todavia, naquele incidente estrito, a coisa não é tão simples.
Havia fome em Belém. A “Casa do pão” se tornara mero rótulo. Quem, numa situação assim, se apegaria ao nome, invés de tomar uma providência?
Não poucas “igrejas”, se dizendo cristãs, infelizmente se tornaram isso; simples rótulo, onde Cristo seria ensinado; a rigor, os ensinos são outros. Prosperidade, motivação para ímpios, invés da mensagem da cruz.
Do ponto-de-vista do Bom Pastor, Suas ovelhas recebem verdes pastos e águas tranquilas. Onde não é assim, certamente há mercenários usurpando o lugar.
O “marketing” que Cristo espera é um modo de agir coerente, não nomes atrativos, ambientes sedutores. “Resplandeça vossa luz diante dos homens, para que vejam vossas boas obras e glorifiquem ao vosso Pai, que está nos Céus.” Mat 5:16
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