Escravos dos vícios
Pelo medo da morte
“A mulher tola é alvoroçadora; é insensata, não conhece o pudor. Senta-se à porta da sua casa ou numa cadeira, nas alturas da cidade. Prov 9;13 e 14
Uma descrição adjetivando o ser, da mulher. Tola, alvoroçadora, insensata, impudica.
Depois, o agir. Se assenta na porta de casa, ou, nos lugares altos da cidade. Se não conhece pudor e deseja ser vista de longe, seria aquele tipo que vulgarmente se chama de piriguete.
Todos os que colocarem a sensualidade como meio, e os prazeres carnais com fins, se encaixam nos mesmos adjetivos.
Todo homem entregue a si mesmo, tende a fazer coisas semelhantes.
Frustrações espirituais, são “tratadas” no âmbito natural. A ausência de Deus, acaba mascarada sob o concurso dos vícios.
Se resolvesse, teria uma atenuante; todavia, os que assim fazem, geralmente acabam sentindo um vazio maior.
O que incautos chamam de “curtir a vida” a rigor trata-se de camuflagem do medo da morte. Cristo cura isso também. “… como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também Ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão.” Heb 2;14 e 15
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