Estragando à graça
Para própria desgraça
“Exterminai, vossas inclinações carnais; prostituição, impureza, paixão, vil concupiscência, e avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência;” Col 3;5 e 6
Os que devaneiam que a “Graça”, signifique permissividade, licença para pecar, como parecem defender alguns, deveriam ler com bastante atenção textos assim.
Se os desobedientes colidirão com a Ira Divina, necessário concluir que a Graça não é tão graciosa assim.
Tudo na Lei que apontava para a exclusividade do Senhor, santificação dos que lhe pertencem, não apenas vige, como, nalguns casos, foi aumentado o rigor.
“Ouvistes que foi dito: Não matarás; e, quem matar será réu de juízo. Eu, porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo…” Mat 5;21 e 22
“… Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.” vs 27 e 28
Abolido foi o sacrifício de animais, guarda do sábado. A Graça significa que não podíamos nem merecíamos o que Cristo fez; Nele somos capacitados à santificação que convém. Cuidemos, pois, para não malversar à graça, de modo que se torne desgraça.
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