Frutos de arrependimento
Requeridos de todos
“Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão.” Mat 3:8,9
A ideia de pertencerem hereditariamente ao “povo santo” lhes tinha subido à cabeça. O Precursor do Messias se encarregou de reduzi-la a pó.
A “voz do clama no deserto” deveria anunciar que, montes e vales seriam emparelhados; todos no mesmo nível, para efeito de salvação.
Requerido o arrependimento, aqueles que se achavam bons o suficiente para não precisar, recrudesciam. Já eram “filhos de Abraão”, por que mais?
Por nivelar todos, no rebanho dos espiritualmente mortos, e requerer arrependimento até dos “bons”, o Evangelho é tão odiado.
Inimigos escarnecem, dizem ser um mito, um livro meramente humano; o que não conseguem explicar é como, sendo assim, vai tão na contramão das nossas inclinações naturais.
“Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.” Rom 8:7,8
Aqueles rejeitaram porque já se sentiam salvos; os de hoje, porque acreditam que não precisam.
A Palavra permanece, solene, veraz, categórica: “… aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus.” João 3:3
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