Geração fugaz
E indisciplinada
“Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?” Heb 12:7
A necessidade da disciplina cristã é uma realidade que vem se perdendo. O “cristianismo” da maioria é uma coisa insossa, amoral, amorfa, sazonal.
Se o sujeito desgostar de algo, abandonará sua congregação e irá para outra que seja “mais amorosa”.
Ora, equacionar amor com frouxidão moral, ausência de acepção, com aceitação incondicional é o “modus operandi” do mundo, não, da Igreja do Senhor.
Dessa insubmissão rasteira, de almas, mais ricas em melindres que, capacidade de arrependimento, e noção; do discurso vitimistas dos indisciplinados, nasceu a “vertente” dos “desigrejados” que se fez um rio caudaloso.
Certo que as igrejas têm problemas. Há muitos indignos e aproveitadores, por interesses rasos. Mas, que droga de combatentes somos, se, ao menor sinal de contrariedade, evidenciamos vasta indigência espiritual e saímos mendigando atenção noutras freguesias?
E os ensinos sobre “levar o opróbrio de Cristo”, “sê fiel até à morte”, “padecer fazendo o bem…” Onde ficam?
Santificação requer ousadia! Firmeza de propósito; essa, luta contra as próprias fraquezas fugazes, que tentam transferir para outros seus medos, invés de lutar contra o próximo.
“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.” Ef 6:11
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