Homem in natura
O monstro
Muitos circulou uma frase irônica: “Quanto mais conheço o ser humano, mais gosto do meu cachorro.”
É; à medida que conhecemos às pessoas, as vemos piores do que presumíamos.
Quantos artistas, jornalistas, que um dia admirei pelo talento, e hoje desprezo pela falta de caráter. Gente venal a hipócrita, cujo talento, se não fosse amoral, teria evitado pelos escrúpulos.
Agora, com a publicação dos “Arquivos Epstein” famosos internacionais, da arte, política, negócios também são vistos em seu “estado puro” cometendo monstruosidades inomináveis.
Por duro que seja admitir, todos temos o mesmo “potencial.” O homem em si mesmo foi pervertido a um estado abominável. “… Deus os provaria, para que assim pudessem ver que são em si mesmos como os animais.” Ecl 3:18
Na verdade, um pouco piores; “O boi conhece seu possuidor, o jumento, a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, Meu povo não entende.” Is 1;3 Acaso apenas Israel é assim?
Então, o homem sem a regeneração que Cristo opera, pode se mostrar polido, culto, moral, escrupuloso… por estar ao alcance do canhoto, a qualquer momento pode se ver fazendo coisas que ele duvidaria, que fosse capaz.
Então, sabendo das misérias mortificadas pelo Salvador, quanto mais conheço ao ser humano, mais grato sou a Cristo, que nos regenera, à Imagem do Criador.
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