Homens facciosos
Sofistas modernos
“Lembra-lhes estas coisas, conjurando-os diante de Deus que não tenham contendas de palavras, que para nada aproveitam, senão para subverter os ouvintes.” II Tim 2;14
Diferente dos filósofos que dialogavam em busca da verdade, fazendo devidas concessões aos argumentos sólidos, o que Paulo chamou de “contendas de palavras que para nada aproveitam”, assemelha-se ao vício dos sofistas.
Para eles, não importava se determinado postulado era verdadeiro ou não; desde que, seu postulante “vencesse” o debate. Sócrates acusou-os, em sua liça vazia, de produzir crença sem ciência. Dominar às pessoas, invés de iluminá-las.
Pois, certos céticos, caçadores de “contradições” bíblicas andam nas mesmas pisadas.
A maioria das que “encontram” não passa de declarações públicas, da sua ignorância sobre o que pretendem versar; anacronismos, descontextualizações, falsas interpretações, são sua matéria-prima, pelo prazer em se opor à verdade.
Onde houver dúvidas honestas todo o ceticismo merece atenção, todas as perguntas, respostas.
Porém, quando apenas o prazer sarcástico e suicida de colocar pedras no caminho alheio lhes move, mais prudente é deixá-los falando sozinhos.
“Ao homem faccioso, depois da primeira e segunda admoestação, evita-o, sabendo que esse tal está pervertido, e vive pecando, já por si mesmo está condenado.” Tt 3;10 e 11
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