Jesus à porta
A conversão
“Ninguém pode roubar os bens do valente, entrando-lhe em sua casa, se primeiro não o amarrar…” Mc 3:27
O Senhor não estava ensinando a doutrina de “amarrar demônios”. Apenas, usando um incidente trivial, para explicar a origem do Seu Poder.
Além das curas maravilhosas, O Senhor também expulsava aos espíritos maus. Não podendo negar, os invejosos tentaram perverter, dizendo que Cristo era capacitado por forças espúrias.
“Os escribas… diziam: Tem Belzebu, pelo príncipe dos demônios expulsa os demônios.” v 22
Os escribas, copistas da Lei de Deus; gente que deveria ser esclarecida, portanto.
Pois, O Senhor convidou-os a um raciocínio lógico; se Satanás está expulsando a si mesmo, está dividido; como poderia permanecer seu reino?
Depois, lembrou que o valente precisa ser rendido, antes de ser despojado; significando que o expulsava pelo poder de Deus, infinitamente superior.
Atribuir ao inimigo coisas feitas pelo Espírito Santo é um pecado grave. “Qualquer, porém, que blasfemar contra O Espírito Santo, nunca obterá perdão; é culpado do eterno juízo.” v 29
Possessões malignas são exceções; a regra para salvação é a conversão, que requer nossa participação, no sentido de receber aquilo que gratuitamente nos é oferecido. Ele não invadirá nossa casa. “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir Minha Voz e abrir a porta, entrarei…” Apoc 3:20
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