Julgaremos os anjos
De certo modo
“Assim resplandeça vossa luz diante dos homens, para que vejam vossas boas obras e glorifiquem ao vosso Pai, que está nos céus.” Mat 5;16
Quando o Senhor disse que O Reino dos Céus está entre nós, significa, “também”, embora permaneça nos Céus.
Paulo apresentou uma revelação surpreendente; “Não sabeis que havemos de julgar os anjos?” I Cor 6;3
Quais? Ora, a simples expulsão de uns, já foi juízo, embora, reste o juízo final.
Por que seriam julgados os que permanecem fiéis? Julgaremos o mérito de sua escolha.
“Pela multidão das tuas iniquidades, pela injustiça do teu comércio profanaste teus santuários” Ez 28;18. Eles foram levados a duvidar da bondade e amor de Deus.
“Sua cauda levou após si a terça parte das estrelas, e lançou-as sobre a terra.” Apoc 12;4 O dragão.
Vendo infiéis expulsos, manifesta foi a justiça de Deus; mas, pode ter restado dúvidas em relação à bondade e amor.
Os anjos observam-nos. “Para nós, eles ministravam estas coisas… para as quais coisas os anjos desejam bem atentar.” I Ped 1;12
Por quê? “Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus…” Ef 3;10
Nós, seres inferiores, conhecemos ambos os lados da moeda, ao fazermos nossa escolha por Deus, automaticamente “justificamos” os anjos que assim fizeram.
Embora pareça incoerente julgarmos entes superiores, isso se torna inevitável; julgamos até mesmo Deus. “… quem a Deus não crê mentiroso o fez…” I Jo 5;10 Esse, o juízo dos ímpios; Podemos declarar Deus mentiroso ou justo, apenas com nossas escolhas. “A sabedoria é justificada por seus filhos.” Mat 11;19
Uma vez cumprido o Divino propósito, seremos transformados “Na ressurreição não casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu.” Mat 22;30
Passada nossa peregrinação, seremos anjos com experiências acerca de Deus e do diabo, imperdoáveis se duvidarmos do amor Daquele, ou, cairmos na lábia desse.
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